Em comemoração aos 50 anos da ABAL, convidamos você a relembrar o passado, celebrar o presente e ter um olhar positivo sobre o futuro.

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Vamos embarcar em uma jornada de inovação?

Temos orgulho da nossa história! São 50 anos em uma trilha de inovação e sucesso, que nos fez chegar até aqui. Valorizamos cada passo que demos no passado, porém, sempre com o olhar atento para o futuro. No mundo atual, se reinventar é obrigação, pois só assim seguiremos com a missão de auxiliar no desenvolvimento dos nossos associados e de toda a cadeia brasileira do alumínio. A ABAL completa 50 anos e segue contando a sua história, firme com o propósito de crescimento em todo o Brasil.

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Quem somos

A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) é uma entidade que atua na representação do setor do alumínio junto ao governo e à comunidade ligada a essa indústria. Nosso principal objetivo é conciliar os interesses de produtores e transformadores, com o intuito de promover uma constante evolução do segmento.

História

O início

Foi em 15 de maio de 1970 que seis empresas se uniram para fundar, em São Paulo (SP), a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL). Em tempos de ditadura militar, do “Ame-o ou Deixe-o” e da seleção brasileira de futebol que encantava o mundo, o setor do alumínio ainda engatinhava em meio à complexidade de um capital intensivo grande, porém, ainda sem a devida estrutura e a clara noção do seu tamanho, potencial e importância para a economia do País e a vida das pessoas.

Percalços na trajetória

Muitos eram os desafios na ocasião, como por exemplo, gerar maior relacionamento entre as empresas do setor, desenvolver o mercado interno de alumínio, prover informações de mercado. E toda esta organização necessária se deu por meio da união de esforços das seguintes empresas:
  • Alcan Alumínio: que se desdobrou em Novelis do Brasil e Rio Tinto;
  • Alcominas – Cia Mineira de Alumínio: hoje Alcoa Alumínio;
  • Companhia Brasileira de Alumínio (CBA);
  • Kaiser Alumínio: fabricante de cabos condutores de energia, hoje Nexans-Ficap;
  • Aisa Alumínio Indústria: extrusora e fundidora de alumínio, futuramente absorvida pela Alcoa;
  • Alumínio Extrusão e Laminação Asa: futuramente absorvida pela Alcoa e depois pela Arconic, hoje, trata-se da fábrica da CBA em Itapissuma (PE).
Instalou-se, então, um foro comum para a discussão dos assuntos pertinentes à indústria do alumínio, com o objetivo de tornar homogêneas as estratégias de negócios para produtores e transformadores, e ampliar a representatividade do setor junto ao governo e perante todos os stakeholders.

Representatividade de ponta a ponta

O diferente perfil das empresas fundadoras corrobora com a preocupação contínua da ABAL em representar toda a cadeia produtiva do alumínio, fato que perdura até hoje no DNA da associação e norteia todas as tomadas de decisão. Eis um dos motivos para o sucesso e a longevidade da associação – reunir harmonicamente toda uma cadeia produtiva que, por vezes, ostenta interesses antagônicos e específicos. 

Hoje, a ABAL congrega empresas associadas que representam 100% dos produtores de alumínio primário, fazendo parte também as transformadoras de alumínio – que representam cerca de 80% do consumo doméstico brasileiro –, consumidoras de produtos de alumínio, fornecedores de insumos, prestadores de serviços, comerciantes e recicladores do metal.

Atuação dos associados

Outro ponto de fundamental importância para a construção desta rica história ao longo desses anos é o envolvimento das empresas associadas nas atividades propostas, e também por meio da participação de seus profissionais nos grupos e comitês que elaboram e discutem os projetos e ações em prol do setor.Lá no início da ABAL, as atividades eram norteadas por quatro comissões: Economia e Estatística, onde o foco era entender o mercado e seus rumos; Técnica, que abordava a eficiência energética e especificações técnicas dos produtos; Comunicação, que visava levar informações para o mundo exterior e para os associados; e Meio Ambiente, em uma época que ainda não se falava em sustentabilidade. A pauta em questão era segurança, doenças ocupacionais e meio ambiente, o que denota a preocupação da indústria já naquela época com alguns dos temas mais atuais do presente e futuro.

Hoje, a associação atua por meio de 16 Comitês Técnicos e de Mercado, que contam com a participação aproximada de 200 integrantes. Todos profissionais da indústria do alumínio e cada um deles atuando como uma importante peça da engrenagem que movimenta a ABAL para cumprir os principais desafios nos âmbitos da Competitividade, Energia, Tributação, Inovação e Sustentabilidade.

Desafios macroeconômicos

Desde a fundação da ABAL em 1970, a economia passou por uma série de planos econômicos e nossa moeda “perdeu” zeros consideráveis com uma inflação exorbitante. Entre planos e moedas, ditadura e democracia, a crise de 2009 e impeachments, as empresas sobreviveram e mostraram toda a resiliência necessária para transformar a indústria brasileira do alumínio no pujante setor que é hoje. 

E, em todos estes momentos, a ABAL atuou como porto seguro para o melhor entendimento das ações a serem tomadas na defesa das reivindicações de seus associados. 
A associação se reinventa diariamente para enfrentar os desafios dos novos tempos e, em 2018, lançou a Rota Estratégica da Cadeia Brasileira do Alumínio 2030 – Roadmap – http://abal.org.br/roadmap/sobre-o-roadmap/

Em linha com o Roadmap, a curto prazo, a associação definiu como seus pilares prioritários ações:
 
  • Acesso à energia competitiva de longo prazo;
  • Melhoria do ambiente regulatório complexo;
  • Meio ambiente e todos os nuances que impactam na competitividade das indústrias;
  • Estudo sobre as importações de produtos de alumínio chineses, que ameaçam desindustrializar o nosso setor;
  • Incentivo à isonomia tributária entre os estados;
  • Necessidade de reformas estruturais;
  • Alinhamento da indústria de transformação do alumínio ao plano nacional de desenvolvimento da indústria 4.0.
Para conhecer mais sobre essas ações, acesse: – http://abal.org.br/visao-estrategica/

Mudando a curva

Em tempos de grandes desafios sanitários e econômicos com a pandemia do coronavírus, a ABAL segue a premissa de trabalhar incansavelmente em prol do setor, afinal, o papel da associação é zelar pela operação, imagem e até pela saúde financeira das empresas associadas, pois só assim teremos uma indústria do alumínio competitiva, integrada, sustentável e inovadora.

Por meio da atuação de conselheiros, coordenadores, associados, colaboradores e prestadores de serviços, seguimos sendo fonte legítima e de credibilidade na divulgação de dados do setor e formulação de normas técnicas; no desenvolvimento do mercado consumidor e disseminação das vantagens do alumínio; e na capacitação de profissionais de hoje e das próximas gerações.

ABAL tem muito orgulho da história trilhada até aqui, porém, sempre com um olhar no futuro. É momento de se reinventar, redefinir prioridades e lançar mão da já tradicional resiliência e capacidade de superação do setor do alumínio. Pois só assim a associação, com a devida contribuição das empresas associadas, seguirá firme no propósito de contribuir para o desenvolvimento do nosso Brasil.

Que venham mais 50 anos!